Tiago Almeida
O fundador que conhece a casa brasileira por dentro.
Toda casa conta uma história.Mês 1Os roteiros do primeiro mês, de 12/10 a 08/11, estão prontos. V2Versão 2, outubro de 2026. Veja o que mudou e siga as marcações ao longo do plano.
O que mudou nesta versão
O plano de maio continua de pé. A V2 ajusta o sistema de conteúdo ao que o próprio conteúdo publicado e as conversas de 11 e 14 de setembro mostraram.
Por que mudouSeis sinais que vieram da prática
- 01O vídeo mais simples foi o que mais deu conversa.Horizontal, 3 minutos, sem corte: o Tiago de cara limpa no escritório falando de work-life balance.
- 02A vitrine esgotou.Todos os produtos já foram ao ar. Repetir produto toda semana transforma o fundador em garoto-propaganda.
- 03A casa dos outros trava.Os anfitriões recuam quando sabem que vai videomaker. A visita não pode segurar o calendário.
- 04O mundo lá fora preocupa.Mostrar objetos de fora abre a porta para outro seller copiar, e nem tudo casa com o brasileiro.
- 05Gestão atrai empresário.Os vídeos de gestão falam com quem tem empresa, e não com quem compra FELIZZO.
- 06A agenda aperta no segundo semestre.Importação e viagem à China. O formato principal precisa caber na rotina do Tiago.
De → paraAs editorias, uma a uma
- Entra Aí, Amizade!episódio semanal, ativo centralEntra Aí, Amizade!especial, quando surgirMuda de papel
- não existiaChega Aí, Amizade!o motor: 1 a 2 por semana, de frente para a câmeraNova
- Cortes do episódio3 a 6 Reels por semanaCortes do Chega Aíviram distribuição do motorAbsorvida
- Bastidores da FELIZZObuild in publicBastidores da FELIZZOcom banco de B-roll e rituais nos storiesFica e cresce
- Curiosidades da casa brasileiracarrosselCasa Brasileiranostalgia, região, hoje e esse ou aqueleFica e cresce
- Produtos e novidades1 a 3 por semanafora do sistemao produto que performou volta 1 a 2 meses depoisSai
- Tiago reage: casas pelo mundo2 a 3 por semanafora do sistematrocada pela Casa BrasileiraSai
- não existiaTestes de ganchoqual crença prende atençãoNova
- Vídeos de gestãojá gravadosEmpresa Brasileiraem espera, talvez série pontualEm espera
O que não mudaA base continua a mesma
- a tese
- Tiago Amizade
- De Casa em Casa
- o Radar da Casa Brasileira
- o Método Casa Real
- as cinco crenças
- os códigos de marca
- o manifesto
Onde o plano mudouAtalhos para cada trecho
- 07Personagem
- 10Quadro principal
- 11Arquitetura
- 15Público
- 19Crenças
- 20.6Uniforme
- 21Editorias
- 22Formato
- 24O que evitar
- 26Primeira fase
- 27 a 29Visitas
Com o TiagoO que precisamos validar
- As editorias da V2.Chega Aí, Amizade! como motor, Bastidores e Casa Brasileira como fixas, Entra Aí, Amizade! como especial.
- A linha vermelha.O que não entra no conteúdo. Nossa proposta está na seção 21.14.
Fundamento
O diagnóstico, o posicionamento e a cadeira mental que a FELIZZO e o Tiago vão ocupar.
Diagnóstico estratégico
A FELIZZO nasce em um mercado amplo, competitivo e facilmente comoditizado: produtos para casa.
Nesse mercado, há três riscos principais.
O primeiro é competir apenas por preço. Isso colocaria a FELIZZO na mesma arena de importadores sem marca, sem curadoria, sem construção de confiança e sem diferenciação real.
O segundo é competir apenas por produto. Produto pode ser copiado, importado, anunciado e comparado com facilidade. Se a marca ficar dependente apenas das características técnicas dos itens que vende, ela entra em uma disputa frágil.
O terceiro é transformar Tiago Almeida em um vendedor de produtos. Esse caminho pode até gerar vendas pontuais, mas reduz o potencial da marca pessoal e limita a percepção pública da FELIZZO.
Preço, produto e vendedor são arenas onde qualquer importador compete. A casa é território próprio.
A oportunidade estratégica está em outro lugar.
A FELIZZO deve ser percebida como uma empresa da casa.
Não apenas uma marca de panelas.
Não apenas uma marca de cozinha.
Não apenas uma marca de limpeza.
Não apenas uma marca de utilidades domésticas.
Uma empresa da casa.
Uma marca que entende o que faz bem dentro da rotina das pessoas e transforma esse entendimento em produtos melhores, mais confiáveis e mais possíveis.
Para isso, a marca pessoal de Tiago não deve ser apenas um canal de divulgação da FELIZZO.
Ela deve se tornar uma plataforma pública de escuta, conversa e descoberta sobre a casa brasileira.
Tiago deve ocupar o papel de fundador que entra nas casas, conversa com pessoas reais, entende rotinas reais e transforma essas conversas em inteligência para construir a FELIZZO.
Síntese do posicionamento
Versão principal
Tiago Almeida é o fundador da FELIZZO que percorre casas reais para ouvir histórias, entender rotinas e descobrir o que faz bem dentro da casa brasileira, transformando conversas reais em inteligência para construir produtos melhores, mais confiáveis e mais possíveis para a vida das pessoas.
Versão simples
Tiago Amizade entra na casa das pessoas para descobrir o que faz uma casa ser boa de verdade.
Versão editorial
A FELIZZO não quer adivinhar o que a casa brasileira precisa. Ela quer entrar, escutar, entender e construir a partir da vida real.
Versão provocativa
Produto bom para casa não nasce só na China, no marketplace ou na planilha. Nasce entendendo a vida de quem vai usar.
Versão para bio
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Cadeira mental
A cadeira mental mais forte para Tiago é:
O fundador que conhece a casa brasileira por dentro.
Essa categoria é mais forte do que “empreendedor”, “executivo”, “especialista em produto”, “importador”, “influenciador” ou “vendedor”.
Ela permite que Tiago fale de casa, produto, consumo, bem-estar, rotina, bastidor, dados, importação, qualidade, construção de marca e comportamento do consumidor sem parecer disperso.
Também permite que a FELIZZO amplie seu portfólio sem parecer aleatória.
Se a empresa vende panela, faz sentido.
Se vende mop, faz sentido.
Se vende cafeteira, faz sentido.
Se um dia vender produto fitness para uso doméstico, também faz sentido.
O fio condutor não é a categoria do produto.
O fio condutor é:
O que faz bem dentro de casa.
O portfólio pode crescer em qualquer direção sem parecer aleatório, porque todo produto responde à mesma pergunta.
Essa cadeira mental posiciona Tiago como alguém que não cria produto apenas a partir de oportunidade comercial, fornecedor ou tendência importada.
Ele cria a partir da escuta da casa real.
Origem e tese
De onde vem a autoridade do Tiago, a tese que sustenta a marca e o personagem que nasce dela.
História de formação
A autoridade de Tiago nasce de uma combinação rara entre origem, execução, relacionamento e repertório.
Sua trajetória começa em uma realidade simples, em Poá, marcada por uma infância de poucos recursos e pela criação conduzida principalmente por sua avó.
Essa origem dá a Tiago uma conexão natural com a vida real, com a linguagem comum, com a rua, com o trabalho e com o valor prático das coisas.
Aos 17 anos, sua jornada profissional começa na indústria. Ele passa pela base, pelo chão de fábrica, pela engenharia, pelo pós-venda, pelo treinamento, pela área comercial, pela liderança de equipes e pela gestão de grandes operações.
Ao longo dos anos, constrói repertório em indústria, varejo, distribuição, comercial, marketing, produto, e-commerce, gestão, dados, importação e marca.
A passagem pela Leveros representa uma virada importante em sua visão empreendedora. Ao sair da posição de executivo e conviver de perto com donos, fundadores, governança, M&A, crescimento acelerado e risco empresarial, Tiago aprofunda sua compreensão sobre o que significa construir uma empresa.
- 01PoáInfância de poucos recursos, criado principalmente pela avó.
- 0217 anosEntra na indústria pelo chão de fábrica.
- 03A escadaEngenharia, pós-venda, treinamento, comercial, liderança e grandes operações.
- 04LeverosConvive com donos, governança, M&A e risco empresarial.
- 05FELIZZOA própria marca para a casa brasileira.
A FELIZZO nasce dessa combinação.
Não nasce apenas de uma oportunidade de mercado.
Nasce da experiência de alguém que conhece produto, venda, operação, distribuição, fornecedor, consumidor, varejo, dado e execução.
A marca pessoal deve traduzir essa trajetória de forma simples:
Tiago é o cara que veio da vida real, passou pela indústria, aprendeu a vender, liderou operações grandes e agora está construindo sua própria marca para a casa brasileira.
A grande tese
Toda casa conta uma história.
E toda marca que deseja criar bons produtos para casa precisa aprender a escutar essas histórias antes de criar, importar ou vender qualquer produto.
A próxima fase das marcas de produtos para casa no Brasil não será vencida apenas por quem importa melhor, anuncia mais barato ou copia tendências mais rápido.
Será vencida por quem conseguir entender, de verdade, como as pessoas vivem dentro de casa.
O que elas usam.
O que elas amam.
O que elas improvisam.
O que elas compraram e se arrependeram.
O que elas gostariam de ter.
O que elas valorizam.
O que elas sentem falta.
O que faz bem na rotina delas.
Essa é a oportunidade da FELIZZO:
Construir uma marca brasileira de produtos para casa que nasce da escuta, da curadoria e da execução.
O papel de Tiago
Tiago não deve se posicionar como um testador de produtos.
Esse território é pequeno demais para sua história, seu repertório e sua personalidade.
O papel mais forte é o de fundador-relacional.
Alguém que conversa com todo mundo, transita entre diferentes ambientes e transforma conversas reais em inteligência de produto, marca e mercado.
Tiago tem repertório para conversar com:
- consumidor comum
- chef de cozinha
- dona de casa
- lojista
- fornecedor
- investidor
- parceiro
- empresário
- especialista
- funcionário
- amigo
- cliente
Esse é um ativo raro.
A marca pessoal deve explorar esse traço de forma intencional.
Tiago deve ser o fundador que entra na casa das pessoas para entender o que faz aquela casa funcionar, acolher, emocionar e melhorar.
O personagem público: Tiago Amizade
O apelido “Amizade” não deve ser tratado como curiosidade biográfica.
Ele pode se tornar um código central da comunicação.
“Amizade” traduz proximidade, conversa, resenha, escuta, circulação, confiança e capacidade de criar relação.
Esse é o tipo de personagem que combina com o formato proposto.
Tiago não precisa ser um CEO distante, engomado ou excessivamente institucional.
Também não precisa virar influenciador de produto, apresentador artificial ou especialista técnico de bancada.
O personagem público mais forte é:
Tiago Amizade, o fundador que entra nas casas reais para ouvir histórias, entender rotinas e descobrir o que faz uma casa ser boa de verdade.
Esse personagem permite uma comunicação mais viva, dinâmica e humana.
Menos talking head.
Mais rua.
Mais casa.
Mais conversa.
Mais história.
Mais gente.
Mais vida real.
A casa como palco
A casa deve ser o grande palco narrativo do posicionamento.
Não a casa perfeita de revista.
Não a casa cenográfica de publicidade.
Não a casa aspiracional inalcançável.
A casa real.
A casa onde as pessoas cozinham, limpam, recebem amigos, criam filhos, descansam, improvisam, erram compras, guardam memórias e constroem sua rotina.
O conteúdo não deve partir apenas do produto.
Deve partir da vida que acontece ao redor do produto.
A panela, o mop, a cafeteira, o utensílio ou qualquer outro item não são o assunto principal.
Eles são portas de entrada para conversas maiores:
- conforto
- praticidade
- família
- memória
- rotina
- cuidado
- escolha
- arrependimento
- desejo
- bem-estar
- compra inteligente
- qualidade
- confiança
A FELIZZO entra como consequência natural dessa escuta.
Plataforma
O movimento, o quadro principal, a pergunta, a lente e o método que organizam tudo o que é publicado.
O movimento
O movimento liderado por Tiago deve ser:
De Casa em Casa
De Casa em Casa é a jornada de Tiago Almeida pela casa real brasileira para descobrir o que faz bem, o que falta e o que merece existir na rotina das pessoas.
Esse movimento une três dimensões estratégicas.
Cada peça precisa entreter, provar que o Tiago entende de casa e devolver um sinal para a FELIZZO.
1Entretenimento
As pessoas gostam de ver casas, histórias, rotinas, personagens, descobertas e diferenças entre formas de viver.
A casa desperta curiosidade humana.
Cada casa revela um mundo.
2Autoridade
Tiago passa a ser percebido como alguém que entende produto, consumo e casa a partir da vida real, não apenas de planilhas, fornecedores, marketplaces e relatórios.
Ele se torna um intérprete da casa brasileira.
3Inteligência de mercado
A FELIZZO passa a usar o conteúdo como radar vivo de tendências, desejos, dores e oportunidades.
A audiência deixa de ser apenas público.
Ela vira fonte de aprendizado.
O quadro principal
O quadro mais forte dentro do movimento é:
Entra Aí, Amizade!
Entra Aí, Amizade! é o quadro em que Tiago Almeida visita casas reais para ouvir pessoas reais e entender o que funciona, o que falta e o que faz bem dentro da casa brasileira.
Esse nome é mais popular, direto e carismático.
Ele transforma “Amizade” em vocativo da tribo.
A audiência pode se apropriar naturalmente:
- “Amizade, vem conhecer minha casa.”
- “Amizade, olha isso aqui.”
- “Amizade, isso entra na minha casa?”
- “Amizade, me ajuda a escolher.”
- “Amizade, você precisa ver essa história.”
O nome aproxima Tiago das pessoas e cria um código proprietário de comunicação.
Arquitetura recomendada
A melhor arquitetura combina os dois nomes em camadas diferentes.
Movimento / plataforma editorial
De Casa em Casa
Quadro principal
Entra Aí, Amizade!
Pergunta ritual
O que te faz bem por aqui?
Síntese
No De Casa em Casa, Tiago Amizade entra em casas reais para descobrir o que faz bem, o que falta e o que merece existir na rotina da casa brasileira.
Essa arquitetura resolve dois desafios:
- Dá ao projeto um nome mais amplo, institucional e expansível.
- Dá ao conteúdo um quadro popular, memorável e com a cara do Tiago.
O telhado e a fundação não mudam. Muda o que acontece toda semana dentro da casa.
Pergunta central da comunicação
A pergunta que deve guiar todo o formato é:
O que te faz bem dentro da sua casa?
Essa pergunta conecta diretamente com a essência da FELIZZO.
Ela é simples, humana e ampla.
Permite falar de produto sem começar pelo produto.
Permite falar de casa sem cair em decoração.
Permite falar de consumo sem parecer venda.
Permite falar de rotina sem virar conteúdo genérico.
Permite falar de bem-estar sem cair em abstração.
Cada episódio, post, corte ou conversa deve buscar uma resposta diferente para essa pergunta.
Lente proprietária
A lente proprietária de Tiago deve ser:
Radar da Casa Brasileira
O Radar da Casa Brasileira é a forma como Tiago observa, escuta e interpreta o que acontece dentro das casas.
Essa lente parte de uma ideia simples:
Para criar produtos melhores para casa, é preciso entender como as pessoas vivem dentro dela.
O Radar da Casa Brasileira observa:
- o que as pessoas usam
- o que elas valorizam
- o que elas improvisam
- o que elas descartam
- o que elas desejam
- o que elas compram errado
- o que elas recomendam
- o que elas sentem falta
- o que facilita a rotina
- o que traz bem-estar
- o que merece existir
Onze sinais, um por conversa. Cada um pode virar pauta, critério de compra ou decisão de portfólio.
Essa lente diferencia Tiago de um vendedor, de um influenciador e de um analista de mercado.
Ele não apenas vê produtos.
Ele vê a vida ao redor dos produtos.
Método editorial
O movimento pode ser organizado por um método simples.
Método Casa Real
- EntrarSair do escritório, da planilha e do marketplace para ver a vida acontecendo.
- EscutarO centro do método. Ouvir antes de recomendar, vender ou desenvolver.
- DecodificarUma reclamação aponta uma categoria. Uma compra ruim mostra uma oportunidade.
- ConstruirOs sinais viram curadoria, produto, conteúdo e inteligência de mercado.
- CompartilharA jornada volta ao público e reabre a escuta.
O ciclo não termina no post. O que é compartilhado traz novas casas, novas histórias e novos sinais.
1Entrar
Tiago entra em casas, cozinhas, rotinas, histórias e contextos reais.
O objetivo é sair do escritório, da planilha e do marketplace para enxergar a vida acontecendo.
2Escutar
A escuta é o centro do método.
Antes de recomendar, vender ou desenvolver qualquer produto, Tiago ouve o que a pessoa vive, usa, deseja, improvisa e sente falta.
3Decodificar
A conversa revela sinais.
Uma reclamação pode indicar uma categoria.
Um objeto pode revelar uma memória.
Uma compra ruim pode mostrar uma oportunidade.
Um hábito pode apontar uma tendência.
4Construir
A FELIZZO transforma esses sinais em curadoria, produto, conteúdo, relacionamento e inteligência de mercado.
5Compartilhar
A jornada volta para o público em forma de conteúdo, histórias, bastidores, aprendizados, perguntas e novos produtos.
Público e promessa
Com quem falamos, o que prometemos, o que combatemos e no que acreditamos.
Público principal
O público principal de Tiago é amplo.
São pessoas interessadas em casa, rotina, bem-estar, produtos bons, escolhas melhores e histórias reais.
Não é um público definido apenas por renda, gênero ou nicho.
É um público unido por um contexto:
pessoas que querem viver melhor dentro de casa.
Dentro desse público, existem diferentes perfis:
- quem cozinha por prazer;
- quem cozinha por necessidade;
- quem cuida da casa;
- quem busca praticidade;
- quem gosta de produto bonito;
- quem procura qualidade;
- quem quer comprar melhor;
- quem quer evitar arrependimento;
- quem gosta de conhecer histórias;
- quem se interessa por bastidores de marca;
- quem acompanha empreendedores reais.
A FELIZZO pode falar com todos eles porque seu território não é uma categoria estreita.
Seu território é a casa.
Transformação prometida
A transformação da marca pessoal de Tiago é:
De comprar produtos para casa no escuro para fazer escolhas melhores a partir de histórias, critérios, experiências reais e confiança.
Para o público, a promessa é:
ajudar as pessoas a enxergarem melhor o que realmente faz sentido dentro de casa.
Para a FELIZZO, a promessa é:
construir produtos e marca a partir da escuta real da casa brasileira.
Para Tiago, a promessa é:
transformar sua experiência, comunicação e repertório em uma autoridade pública sobre a casa brasileira.
Comprar para casa no escuro
- por impulso
- pelo anúncio
- na loteria
Escolher com critério
- histórias
- critérios
- experiências reais
- confiança
Enxergar o que realmente faz sentido dentro de casa.
Construir produto e marca a partir da escuta real.
Virar autoridade pública sobre a casa brasileira.
Inimigo
Todo posicionamento forte precisa combater alguma coisa.
O inimigo de Tiago não é uma marca específica.
O inimigo é:
a compra ruim para casa.
A compra ruim pode aparecer de várias formas:
- produto barato que decepciona;
- produto caro que não entrega;
- produto bonito que não dura;
- produto genérico sem curadoria;
- produto sem marca;
- produto sem confiança;
- produto comprado por impulso;
- produto que parece bom no anúncio, mas falha na rotina;
- produto que não entende a vida real de quem usa.
O inimigo é a metade de baixo, a compra que não entrega, seja ela barata ou cara. A FELIZZO briga pelo canto de cima à esquerda.
A FELIZZO não deve brigar com o consumidor que busca preço.
Deve brigar contra a ideia de que comprar para casa precisa ser uma loteria.
Frase central:
A FELIZZO não compete com quem vende mais barato. Ela combate a compra malfeita.
Promessa
Promessa principal
Tiago ajuda o público a entender o que faz uma casa ser boa de verdade.
Promessa expandida
Por meio de conversas, visitas, histórias e bastidores, Tiago mostra como as pessoas vivem dentro de casa e transforma essa escuta em critérios para criar, escolher e recomendar produtos melhores para a rotina brasileira.
Promessa emocional
Fazer as pessoas se sentirem vistas dentro da própria casa.
Promessa prática
Ajudar o público a comprar melhor, evitar escolhas ruins e perceber o valor de produtos que realmente fazem diferença na rotina.
Crenças fortes
Crença 1Toda casa conta uma história
Crença 2Produto bom para casa nasce da vida real
Crença 3Casa boa não é casa cara
Crença 4Comprar bem é diferente de comprar barato
Crença 5Marca boa aprende antes de vender
Códigos de marca
Os elementos que se repetem até virar reconhecimento: palavras, perguntas, uniforme, objetos e rituais.
Códigos Proprietários de Marca
20.1Função estratégica
A marca pessoal de Tiago Almeida precisa ter elementos reconhecíveis que se repitam ao longo do tempo.
Esses elementos funcionam como códigos proprietários.
Eles ajudam o público a identificar rapidamente o universo de Tiago, mesmo quando o conteúdo muda de formato, canal ou assunto.
Os códigos proprietários não substituem a tese, o posicionamento ou as editorias.
Eles dão consistência, memória e reconhecimento à comunicação.
A função deste capítulo é definir os elementos que devem aparecer de forma recorrente na presença pública de Tiago:
- palavras sagradas
- jargões
- perguntas de condução
- ícones visuais
- objetos simbólicos
- rituais de marca
- códigos de vestimenta
- códigos de comportamento
- assinaturas verbais
20.2Código humano central
O principal código humano da marca é:
Amizade
“Amizade” deve deixar de ser apenas um apelido e se tornar um vocativo da tribo.
Ele traduz proximidade, conversa, escuta, resenha, circulação e confiança.
Tiago não deve falar com a audiência como um CEO distante.
Ele deve falar como o Tiagão.
O “Amizade” pode aparecer em aberturas, comentários, respostas, chamadas, stories e momentos espontâneos.
Aplicações possíveis
- “Entra aí, Amizade!”
- “Amizade, me conta uma coisa.”
- “Amizade, olha isso aqui.”
- “Amizade, vem comigo conhecer essa casa.”
- “Amizade, isso aqui tem história.”
- “Amizade, deixa eu entender uma coisa.”
- “Amizade, olha o detalhe.”
Esse código cria intimidade e diferencia Tiago de perfis excessivamente técnicos, frios ou promocionais.
20.3Palavras sagradas
As palavras sagradas são termos que devem aparecer com frequência na comunicação porque carregam o território da marca.
Elas ajudam a fixar a associação entre Tiago, FELIZZO e casa brasileira.
Palavras centrais
- casa
- casa real
- casa brasileira
- rotina
- história
- bem-estar
- escolha
- confiança
- qualidade
- cuidado
- praticidade
- conforto
- família
- memória
- objeto
- escuta
- conversa
- curiosidade
- corre
- construção
- detalhe
- uso real
- vida real
Expressões proprietárias
- casa boa de verdade;
- casa real brasileira;
- o que te faz bem por aqui;
- o que faz bem dentro de casa;
- produto bom para a vida real;
- a vida ao redor do produto;
- o corre da FELIZZO;
- de casa em casa;
- entra aí, Amizade;
- casa boa não é casa cara;
- comprar bem é diferente de comprar barato;
- o detalhe que ninguém vê;
- a casa ensina;
- toda casa conta uma história.
20.4Jargões e frases de repetição
Tiago deve repetir algumas estruturas verbais até que elas se tornem reconhecíveis.
Essas frases não precisam aparecer sempre iguais, mas devem orientar a linguagem da marca.
Frases-mãe
- Toda casa conta uma história.
- Casa boa não é casa cara.
- A casa ensina.
- Produto bom nasce da vida real.
- Antes de vender para uma casa, a gente precisa entender como ela vive.
- O que faz bem muda de casa para casa.
- Não é só sobre produto. É sobre a vida que acontece ao redor dele.
- A FELIZZO não quer adivinhar a casa brasileira. Quer escutar.
- Produto bom precisa resolver, durar e dar gosto de usar.
- Comprar para casa não deveria ser uma loteria.
Frases de transição
- “Aqui tem uma coisa interessante.”
- “Olha esse detalhe.”
- “Isso aqui parece simples, mas muda a rotina.”
- “Isso aqui na planilha ninguém vê.”
- “Agora deixa eu entender uma coisa.”
- “Por que isso faz sentido pra você?”
- “Isso aqui tem história, né?”
- “Tá vendo? Casa boa é isso.”
- “Esse é o tipo de coisa que a FELIZZO precisa entender.”
20.5Perguntas de condução
As perguntas de condução não são editorias.
Elas são ferramentas de conversa para Tiago usar durante visitas, bastidores, entrevistas e interações com moradores.
Elas ajudam a manter a conversa dentro do território da marca sem transformar o conteúdo em entrevista rígida.
Pergunta principal
O que te faz bem dentro da sua casa?
Perguntas secundárias
- O que te faz bem por aqui?
- Qual é o canto da casa que você mais gosta?
- Qual objeto dessa casa tem mais história?
- Qual produto você comprou e nunca mais ficou sem?
- Qual compra para casa te deu arrependimento?
- Onde o barato já saiu caro na sua casa?
- O que toda casa brasileira deveria ter?
- O que faz uma casa ser boa de verdade?
- Qual canto da sua casa mais te representa?
- Que produto facilitou sua rotina?
- O que você gostaria de melhorar aqui?
- O que essa casa diz sobre você?
Essas perguntas servem para revelar histórias, hábitos, memórias, objetos e oportunidades.
20.6Ícone visual central: Tiago vestido de FELIZZO
Um dos códigos visuais mais importantes da marca deve ser Tiago sempre vestindo FELIZZO.
Boné, agasalho, camiseta, jaqueta ou qualquer peça da marca devem aparecer de forma recorrente.
Isso cria um uniforme simbólico.
Tiago não entra nas casas como um apresentador neutro.
Ele entra como fundador da FELIZZO.
A roupa da marca deve funcionar como assinatura visual, reforçando que aquela jornada pertence à FELIZZO e está conectada à construção da empresa.
Função do uniforme FELIZZO
- reforçar presença de marca sem precisar fazer merchandising;
- tornar Tiago visualmente reconhecível;
- criar consistência entre episódios;
- transformar o fundador em embaixador natural da empresa;
- fazer a FELIZZO aparecer sem interromper a história;
- construir lembrança de marca pela repetição.
Peças recomendadas
- boné FELIZZO;
- moletom FELIZZO;
- camiseta FELIZZO;
- jaqueta FELIZZO;
- colete FELIZZO;
- avental FELIZZO em contextos de cozinha;
- camiseta casual com assinatura discreta da marca.
O ideal é que a marca esteja sempre presente, mas sem parecer fantasia ou uniforme corporativo rígido.
A estética deve ser natural, próxima e coerente com o estilo do Tiago.
20.7Ícones visuais recorrentes
A comunicação deve usar ícones simples e reconhecíveis, sempre conectados à casa real.
Esses ícones ajudam a criar identidade visual e narrativa sem depender apenas de logotipo ou design gráfico.
1Porta
Símbolo de entrada, acesso e intimidade.
Aplicações:
- abertura de episódios;
- chegada na casa;
- convite para entrar;
- transição visual do quadro;
- associação com “Entra aí, Amizade!”.
2Mesa
Símbolo de conversa, família, café, refeição e encontro.
Aplicações:
- conversas com moradores
- cenas de café
- refeições
- histórias familiares
- momentos de escuta
3Cozinha
Símbolo de rotina, afeto, uso real e vida doméstica.
Aplicações:
- episódios
- produtos FELIZZO
- histórias de família
- hábitos
- objetos de memória
4Café
Símbolo de acolhimento e conversa simples.
Aplicações:
- chegada na casa
- início de papo
- stories
- bastidores
- conversas espontâneas
5Objeto com história
Símbolo da ligação entre produto, memória e vida real.
Aplicações:
- corte de episódio;
- carrossel;
- conversa com moradores;
- gancho narrativo.
6Caderno de campo
Símbolo do Radar da Casa Brasileira.
Aplicações:
- anotações de Tiago
- insights das visitas
- bastidores
- aprendizados
- possíveis relatórios futuros
7Caixa ou sacola FELIZZO
Símbolo da marca entrando na casa de forma natural.
Aplicações:
- presente ocasional
- entrega
- bastidor
- chegada de produto
- lançamento
O uso da caixa ou sacola deve ser pontual e contextual, para não transformar a cena em merchandising.
20.8Objetos narrativos
Além dos ícones visuais, alguns objetos podem virar gatilhos recorrentes de conversa.
Eles não precisam ser produtos da FELIZZO.
A função deles é abrir histórias.
Objetos com potencial narrativo
- panela antiga;
- filtro de barro;
- cafeteira;
- mesa de jantar;
- pano de prato;
- louça de família;
- cadeira preferida;
- sofá da casa;
- armário de cozinha;
- vassoura;
- mop;
- objeto de avó;
- item trazido de viagem;
- ferramenta improvisada;
- eletrodoméstico antigo;
- produto comprado no impulso;
- produto que nunca mais saiu da rotina.
A pergunta por trás desses objetos é sempre:
O que esse objeto revela sobre a vida dessa casa?
20.9Rituais de marca
Os rituais de marca não são editorias.
Eles são gestos simbólicos repetidos que criam memória, pertencimento e reconhecimento.
Cada visita deve ter pequenos rituais que reforcem a presença da FELIZZO sem transformar o episódio em propaganda.
20.9.1Ritual de entrada
Tiago deve ter uma forma recorrente de chegar às casas.
A entrada deve reforçar proximidade, respeito e o código “Amizade”.
Possíveis elementos:
- cumprimentar pelo nome;
- usar “Amizade” como vocativo;
- entrar com naturalidade;
- comentar algo da casa logo na chegada;
- aceitar café, água ou algo oferecido;
- começar pela pergunta “o que te faz bem por aqui?”.
Esse ritual cria familiaridade para quem assiste.
20.9.2Ritual do presente FELIZZO
A cada visita, Tiago pode levar um presente da FELIZZO para a família ou pessoa visitada.
Esse presente não deve parecer publi.
Deve parecer gesto de gratidão.
A lógica não é “estou te dando um produto para aparecer”.
A lógica é:
“Obrigado por abrir sua casa para a FELIZZO.”
O presente pode variar de acordo com a casa, a história, o perfil da pessoa ou o contexto da visita.
Possíveis presentes:
- produto FELIZZO;
- kit de cozinha;
- item de café;
- utensílio útil para aquela rotina;
- objeto simbólico da marca;
- item personalizado;
- produto ainda em teste, quando fizer sentido;
- kit “O que te faz bem”.
Cuidados:
- não transformar o presente em venda;
- não fazer demonstração longa;
- não forçar uso do produto durante o episódio;
- não escolher presente aleatório;
- conectar o presente à história da casa;
- tratar como agradecimento, não como merchandising.
20.9.3Ritual da placa “Aqui vive uma família FELIZZO”
Ao final da visita, Tiago pode entregar uma placa simbólica para a casa visitada.
A placa deve funcionar como selo emocional do projeto.
Sugestão de texto:
Aqui vive uma família FELIZZO
Essa placa representa que aquela casa faz parte da jornada da FELIZZO para conhecer a casa brasileira por dentro.
Não deve parecer prêmio, propaganda ou certificado comercial.
Deve parecer lembrança afetiva.
Função da placa:
- marcar a passagem do Tiago pela casa;
- criar pertencimento;
- transformar a casa visitada em parte da história da FELIZZO;
- gerar um momento final memorável;
- criar repetição visual entre episódios;
- estimular outras pessoas a quererem receber Tiago.
Variações possíveis:
- “Aqui vive uma família FELIZZO.”
- “Esta casa faz parte do De Casa em Casa.”
- “Casa visitada pelo Tiago Amizade.”
- “Essa casa contou sua história para a FELIZZO.”
- “Aqui tem história, rotina e FELIZZO.”
Recomendação:
Aqui vive uma família FELIZZO
É simples, emocional e proprietária.
20.9.4Ritual da foto final
Toda visita deve terminar com uma foto simples de Tiago com os moradores.
Essa foto pode ser feita:
- na porta
- na cozinha
- na mesa
- no canto preferido da casa
- segurando a placa
- com o presente FELIZZO
A foto final cria memória, arquivo e continuidade.
No longo prazo, esse arquivo pode virar:
- carrossel;
- retrospectiva;
- mural digital;
- site;
- livro;
- campanha;
- relatório sobre a casa brasileira.
20.9.5Ritual do insight da casa
Ao final de cada visita, Tiago deve registrar uma frase simples sobre o que aquela casa ensinou.
Exemplos:
- “Essa casa me ensinou que praticidade também é cuidado.”
- “Essa casa me lembrou que mesa cheia é sinal de vida.”
- “Essa casa mostra que casa boa não precisa ser cara. Precisa fazer sentido.”
- “Essa casa prova que o objeto mais simples pode carregar a maior história.”
- “Essa casa me ensinou que bem-estar muda de família para família.”
Esse ritual transforma cada episódio em aprendizado acumulado.
20.10Códigos visuais de cena
A estética da comunicação deve reforçar proximidade, movimento e vida real.
Visual desejado
- Tiago vestido de FELIZZO;
- boné, agasalho ou camiseta da marca;
- câmera em movimento;
- entrada em casas;
- luz natural;
- ambientes reais;
- objetos usados;
- detalhes da rotina;
- cozinha, mesa, sofá, varanda, área de serviço;
- imperfeição controlada;
- presença humana;
- Tiago em deslocamento;
- bastidores reais da FELIZZO.
Visual a evitar
- fundo branco de e-commerce;
- bancada de review;
- cenário artificial demais;
- estética de propaganda varejista;
- casa perfeita demais;
- take publicitário o tempo inteiro;
- excesso de produção;
- cara de programa de oferta.
A comunicação deve parecer viva, não montada.
20.11Códigos comportamentais do Tiago
Tiago deve se comportar como alguém que entra para conversar, não para avaliar.
Deve reforçar
- perguntar antes de concluir;
- ouvir com atenção;
- reagir com espontaneidade;
- brincar quando fizer sentido;
- acolher histórias;
- respeitar a intimidade da casa;
- valorizar soluções simples;
- traduzir detalhes em aprendizados;
- falar com o mesmo conforto em casas simples e casas sofisticadas;
- representar a FELIZZO com naturalidade pela presença, pela roupa e pela postura.
Deve evitar
- julgar a casa da pessoa;
- ridicularizar escolhas;
- parecer fiscal de qualidade;
- transformar tudo em pitch de venda;
- parecer que está procurando defeito;
- invadir privacidade;
- se colocar acima da pessoa visitada;
- transformar presente em propaganda.
20.12Assinaturas de encerramento
As assinaturas de encerramento ajudam a fixar a marca sem parecer slogan publicitário excessivo.
Encerramentos possíveis
- “Toda casa conta uma história.”
- “A casa ensina.”
- “Casa boa é casa que faz sentido pra quem mora nela.”
- “O que te faz bem por aí?”
- “De casa em casa, a gente vai entendendo o Brasil.”
- “É isso que a FELIZZO precisa aprender.”
- “Produto bom nasce da vida real.”
- “O que te faz bem, a gente tem.”
Esses encerramentos podem variar de acordo com o tipo de conteúdo, mas devem manter a mesma atmosfera.
20.13Síntese dos códigos proprietários
A marca pessoal de Tiago deve ser reconhecida por uma combinação simples:
- Amizade como vocativo.
- FELIZZO como uniforme.
- Casa real como palco.
- Porta como entrada.
- Mesa como conversa.
- Objeto como história.
- Café como acolhimento.
- Presente como gratidão.
- Placa como pertencimento.
- Perguntas como escuta.
Esses códigos tornam a comunicação mais memorável, repetível e proprietária.
Eles ajudam Tiago a ser reconhecido não apenas pelo que fala, mas pelo universo que constrói.
Conteúdo
As editorias, o formato audiovisual e os cuidados que mantêm a marca no trilho.
Editorias de conteúdo
21.1Posicionamento central
Toda casa conta uma história. E a FELIZZO quer escutar essas histórias para descobrir o que merece entrar na casa do brasileiro.
O conteúdo de Tiago Almeida deve reforçar uma percepção central:
A FELIZZO não é apenas uma marca que vende produtos para casa. É uma marca que quer entender a casa brasileira por dentro: suas rotinas, histórias, objetos, desejos, improvisos, hábitos, dores e formas de viver.
A marca pessoal de Tiago deve ser construída para transformar sua presença pública em um radar vivo da casa brasileira.
O objetivo não é fazer Tiago virar vendedor de produto, influenciador de utilidades domésticas ou apresentador de ofertas.
O objetivo é fazer Tiago ser reconhecido como o fundador que entra nas casas, conversa com pessoas reais, entende o que faz bem na rotina delas e transforma essa escuta em inteligência para construir a FELIZZO.
As editorias abaixo foram pensadas para construir esse posicionamento em duas frentes principais:
- YouTube como plataforma de profundidade, história e construção de universo.
- Instagram como plataforma de alcance, cortes, bastidores, venda, repertório cultural e participação da audiência.
21.2Mudou na V2Visão geral do sistema editorial
Linhas cheias rodam toda semana. Linhas tracejadas entram quando há oportunidade ou estão em teste.
Fixas
Especial
Laboratório
Em espera
21.3Novo na V2Chega Aí, Amizade!
21.3.1Função estratégica
Ser o motor do perfil.
É o formato que coloca o Tiago Amizade na frente de quem assiste toda semana, sem depender de anfitrião, equipe de gravação ou agenda de terceiros.
Ele nasce do vídeo que mais gerou conversa até aqui: o Tiago de cara limpa, no escritório, 3 minutos na horizontal e sem corte, falando de work-life balance.
21.3.2Papel no posicionamento
O Entra Aí, Amizade! leva o Tiago até a casa das pessoas. O Chega Aí, Amizade! traz as pessoas até o Tiago.
O vocativo vira convite. Quem assiste é tratado como o amigo que chega para ouvir uma parada.
O assunto continua sendo a casa brasileira e a construção da FELIZZO. Menos empreendedorismo, mais casa.
21.3.3Formato fixo
21.3.4Regras do formato
- Tiago de frente para a câmera, em tom de conversa com um amigo;
- sem roteiro de IA, porque a graça está na naturalidade dele;
- versão horizontal de cerca de 3 minutos, sem corte, para o YouTube;
- cortes verticais para Reels a partir da mesma gravação;
- FELIZZO como uniforme, sem logo aplicado e sem vinheta;
- entrevista na rua ou no barbeiro só quando surgir, sem forçar.
21.3.5Pontos de partida para pautas
- O equilíbrio entre trabalho e casa, o tema que abriu o formato.
- Onde o barato já saiu caro dentro de casa.
- O que a avó do Tiago fazia em Poá e ainda faz sentido.
- A escolha de casa que o Tiago defende sem pensar duas vezes.
21.3.6Distribuição
O Chega Aí, Amizade! absorve a antiga editoria de cortes. A mesma gravação rende o vídeo horizontal do YouTube e os cortes verticais do Instagram.
21.3.7Frequência recomendada
1 a 2 vídeos por semana no YouTube, com cortes no Instagram.
21.4Mudou na V2Bastidores da FELIZZO
21.4.1Função estratégica
Mostrar a construção real da FELIZZO.
Essa editoria é o build in public da marca.
Ela existe para mostrar o corre da empresa: desenvolvimento de produto, operação, marketplace, fornecedor, viagem, embalagem, erro, aprendizado, decisão, negociação, crescimento e bastidores.
O objetivo é construir confiança, gerar proximidade e fazer o público acompanhar a evolução da FELIZZO como uma marca viva.
21.4.2Papel no posicionamento
Enquanto o Entra Aí, Amizade! mostra Tiago escutando a casa brasileira, essa editoria mostra Tiago construindo a FELIZZO a partir dessa escuta.
Ela reforça a percepção de que a marca não está sendo construída no improviso.
Existe critério.
Existe operação.
Existe risco.
Existe execução.
Existe aprendizado.
Existe pele em jogo.
Essa editoria também diferencia Tiago de importadores genéricos e marcas sem rosto.
21.4.3Formatos fixos
Reels bastidor
Vídeos curtos com Tiago mostrando uma situação real da empresa.
Estrutura:
1. Situação do dia
- problema
- decisão
- chegada de produto
- reunião
- viagem
- fornecedor
- erro
- operação
- marketplace
Stories de acompanhamento
Stories mais espontâneos durante a rotina.
Podem mostrar:
- estoque
- reunião
- gravação
- embalagem
- despacho
- bastidor com equipe
- viagem
- chegada de lote
- erro operacional
- produto em avaliação
- dia difícil
- vitória pequena
21.4.4Exemplos de pautas
- O produto parecia bom, até a gente pegar na mão.
- Na China, barato tem. O difícil é achar bom.
- O que ninguém vê antes de um produto chegar na sua casa.
- Por que eu descartei esse produto.
- O erro que quase passou na operação.
- O que mudou depois de ouvir clientes.
- Como a gente decide se um produto merece entrar na FELIZZO.
- Bastidor de uma negociação com fornecedor.
- O produto chegou diferente do combinado. E agora?
- A diferença entre importar produto e construir marca.
- O dia em que uma decisão de embalagem mudou a percepção do produto.
- A pergunta que eu faço antes de colocar qualquer produto no portfólio.
- O que aprendi olhando as avaliações dos clientes.
- Como um comentário da audiência pode virar pauta de produto.
- A rotina real de quem está construindo uma marca do zero.
21.4.5Cuidados
- Não expor informações competitivas sensíveis.
- Não revelar roadmap de produto com antecedência excessiva.
- Não mostrar fornecedor estratégico de forma aberta.
- Não transformar bastidor em reclamação.
- Não parecer empreendedor de palco.
- Não falar só com empresários.
- Não deixar o conteúdo técnico demais.
- Sempre conectar o bastidor com o consumidor, a casa ou a qualidade do produto.
21.4.6Fechamentos possíveis
- “É esse tipo de detalhe que separa produto de marca.”
- “A FELIZZO está sendo construída assim: testando, ouvindo, ajustando e executando.”
- “Produto bom não nasce no acaso.”
- “Construir marca é isso: o detalhe que ninguém vê antes de chegar na sua casa.”
- “A gente não quer vender qualquer coisa. A gente quer vender o que faz sentido para a casa brasileira.”
21.4.7Frequência recomendada
2 a 4 conteúdos por semana.
Essa editoria pode rodar em Reels e Stories, com prioridade para registros espontâneos e recorrentes.
21.4.8Exemplo
[https\://www.instagram.com/p/DaTflDER_dP/](https://www.instagram.com/p/DaTflDER_dP/)
[https\://www.instagram.com/p/DZQkGegOJSh/](https://www.instagram.com/p/DZQkGegOJSh/)
21.5Mudou na V2Casa Brasileira
Como era na casa da vó?
Como chama isso na tua cidade?
Ainda faz sentido na tua casa?
Esse ou aquele · primeiros duelos
- Feijão no pote de sorveteouTupperware
- Coador de panooucoador de papel
- Robô aspiradoroumop
- Panela de alumíniooubarroouferro fundido
As perguntas são as dos CTAs do plano. Os duelos saíram da conversa de 14/09; o Tiago explica a escolha dele e devolve a pergunta.
21.5.1Função estratégica
Criar repertório cultural, compartilhamento e autoridade sobre a casa brasileira.
Essa editoria deve transformar o perfil de Tiago em um espaço de descoberta sobre hábitos, objetos, costumes, soluções e diferenças regionais das casas pelo Brasil.
É uma editoria especialmente forte para carrossel, porque permite organizar curiosidades de forma visual, leve e compartilhável.
21.5.2Papel no posicionamento
Essa editoria reforça Tiago como alguém que está estudando a casa brasileira, não apenas vendendo produtos para ela.
Ela amplia o território da marca para além da FELIZZO e cria um universo editorial próprio.
O objetivo é fazer o público pensar:
“Esse perfil me mostra coisas interessantes sobre casa, rotina e cultura brasileira.”
A casa brasileira é diversa.
O que é comum em uma região pode ser completamente desconhecido em outra.
Essa diversidade pode virar conteúdo recorrente.
21.5.3Formato fixo
Carrossel educativo/curioso
Estrutura recomendada:
1. Capa com gancho
- “5 objetos clássicos da casa brasileira”
- “Coisas que existem em uma região do Brasil e o resto do país quase não conhece”
- “O item de casa que toda avó tinha”
- “Você já viu isso em alguma casa?”
5. CTA
Perguntar para audiência:
- “Tem isso na sua casa?”
- “Como chama isso na sua cidade?”
- “O que faltou nessa lista?”
- “Qual objeto marcou sua infância?”
21.5.4Tipos de conteúdo
- objetos clássicos da casa brasileira;
- hábitos domésticos regionais;
- nomes diferentes para o mesmo objeto;
- soluções improvisadas;
- itens de cozinha tradicionais;
- objetos de casa de vó;
- utensílios esquecidos;
- tendências regionais;
- materiais usados em diferentes regiões;
- arquitetura popular brasileira;
- casas de praia, campo, cidade e interior;
- collabs com arquitetos, designers, chefs e especialistas;
- histórias por trás de objetos comuns.
21.5.5Exemplos de pautas
- 7 objetos que toda casa brasileira já teve.
- O que muda entre uma cozinha do Sul e uma cozinha do Nordeste?
- Itens de casa que sua avó usava e que continuam fazendo sentido.
- Como o brasileiro improvisa soluções geniais dentro de casa.
- O objeto que tem nomes diferentes em cada região.
- Coisas que são normais em casas do interior e raras em apartamento de capital.
- 5 itens clássicos da cozinha brasileira.
- A diferença entre casa de praia, casa de campo e casa de cidade.
- Por que o filtro de barro virou símbolo da casa brasileira.
- O que a varanda diz sobre a casa brasileira.
- Como cada região do Brasil recebe visitas em casa.
- Objetos que parecem simples, mas carregam memória afetiva.
- Coisas que arquitetos observam em uma casa e a maioria não percebe.
- Itens domésticos que quase sumiram, mas poderiam voltar.
- A casa brasileira é muito mais inteligente do que parece.
21.5.6Collabs possíveis
- arquitetos;
- designers de interiores;
- chefs;
- personal organizers;
- historiadores;
- antropólogos;
- criadores de conteúdo de casa;
- influenciadores regionais;
- especialistas em cultura brasileira;
- donos de lojas de utilidades;
- consumidores com casas ou objetos curiosos.
21.5.7Cuidados
- Não virar conteúdo genérico de decoração.
- Não ficar acadêmico demais.
- Não romantizar pobreza ou improviso.
- Não tratar regiões brasileiras de forma caricatural.
- Não falar de arquitetura como especialista técnico se esse não for o papel de Tiago.
- Sempre conectar com casa, rotina, uso, memória ou bem-estar.
- Priorizar temas que gerem comentário e identificação.
21.5.8Frequência recomendada
1 a 2 carrosséis por semana.
Essa editoria deve ser usada para aumentar compartilhamento, repertório e presença cultural do perfil.
21.5.9Exemplo
[https\://www.instagram.com/p/DR7DvKujZej/?igsh=MTNkM2toZXU4M2l0Mw](https://www.instagram.com/p/DR7DvKujZej/?igsh=MTNkM2toZXU4M2l0Mw)
21.6Mudou na V2Entra Aí, Amizade! · especial
21.6.1Função estratégica
Criar o principal ativo editorial da marca pessoal de Tiago.
O YouTube deve ser o canal onde o movimento De Casa em Casa ganha profundidade.
A função do quadro é mostrar Tiago entrando em casas reais, conversando com pessoas reais e investigando o que faz uma casa ser boa de verdade.
Essa editoria é o centro da estratégia porque une:
- história humana;
- casa brasileira;
- presença relacional de Tiago;
- inteligência de produto;
- conexão emocional;
- autoridade de founder;
- conteúdo de longo prazo;
- material para cortes e distribuição.
O episódio semanal deve ser tratado como a principal fonte de conteúdo da semana.
A partir dele, nascem cortes, carrosséis, stories, insights, perguntas para audiência, bastidores e pautas comerciais.
21.6.2Papel no posicionamento
O quadro deve reforçar a percepção de que Tiago não cria a FELIZZO apenas olhando fornecedor, marketplace, planilha ou tendência internacional.
Ele está disposto a entrar nas casas, ouvir as pessoas e entender como a vida acontece na prática.
A pergunta central do quadro é:
O que faz bem dentro da sua casa?
Essa pergunta conecta diretamente com a essência da FELIZZO e permite falar de casa, produto e bem-estar sem começar pela venda.
Tiago não visita casas para fazer tour de decoração.
Ele visita casas para entender histórias, rotinas, objetos, escolhas, hábitos, incômodos e desejos.
21.6.3Formato fixo
Episódio semanal no YouTube
Formato recomendado:
- 12 a 25 minutos
- linguagem documental/vlog
- câmera em movimento
- conversa real
- casa como cenário
- pessoa como história
- objetos como símbolos
- Tiago como condutor da conversa
Estrutura recomendada
21.6.4Tipos de casa que servem para o quadro
- casa de família;
- apartamento pequeno;
- casa de praia;
- casa de chef;
- casa de cliente FELIZZO;
- casa de parceiro;
- casa de amigo;
- casa de alguém que ama cozinhar;
- casa de alguém que trabalha em home office;
- casa de alguém que tem uma solução doméstica curiosa;
- casa com história de superação;
- casa com objetos de memória;
- casa de alguém que vive bem com pouco;
- casa de alguém que investe muito no lar;
- casa de alguém que representa uma região, hábito ou estilo de vida específico.
21.6.5Exemplos de pautas
- A casa de uma pessoa que ama cozinhar, mas não é chef.
- A casa de uma família que resolveu a rotina com soluções simples.
- A cozinha de alguém que guarda memórias de família.
- A casa de quem mora sozinho e aprendeu a viver melhor com pouco espaço.
- A casa de alguém que trabalha de casa e precisou adaptar a rotina.
- A casa de um cliente que comprou FELIZZO e incorporou o produto no dia a dia.
- A casa de uma pessoa que comprou algo caro e se arrependeu.
- A casa de alguém que tem um objeto antigo que todo mundo comenta.
- A casa de alguém que representa uma tradição regional.
- A casa de alguém que usa a cozinha como centro da família.
- A casa de alguém que improvisou uma solução doméstica genial.
- A casa de alguém que transformou um canto simples no lugar preferido da casa.
- A casa de alguém que entende muito de café, panela, limpeza, organização ou bem-estar.
- A casa de alguém que mostra que casa boa não é casa cara.
21.6.6Perguntas recorrentes
- O que mais te faz bem dentro da sua casa?
- Qual é o canto da casa que você mais gosta?
- Qual objeto dessa casa tem mais história?
- O que você comprou e nunca mais ficou sem?
- Qual produto parecia bom e te decepcionou?
- Qual compra mudou sua rotina?
- O que aqui é simples, mas funciona muito bem?
- O que você gostaria de melhorar nessa casa?
- O que você acha que toda casa deveria ter?
- Qual objeto daqui você levaria para outra casa?
- Onde o barato já saiu caro?
- Onde valeu pagar um pouco mais?
- O que essa casa diz sobre você?
21.6.7Cuidados
- Não transformar em tour de decoração.
- Não parecer programa de reforma.
- Não fazer assistencialismo.
- Não forçar merchandising de produto.
- Não depender de produção cinematográfica.
- Não buscar apenas casas perfeitas.
- Não transformar Tiago em apresentador artificial.
- Não deixar a conversa técnica demais.
- Não invadir intimidade sem cuidado.
- Não escolher casas sem história, sem personagem ou sem curiosidade.
21.6.8Frequência recomendadaMudou na V2
Quando surgir a oportunidade.
21.7Novo na V2Testes de gancho
21.7.1Função estratégica
Descobrir, com pouco esforço de gravação, qual crença da marca prende atenção antes de investirmos em vídeos maiores.
- 01B-roll de 5 sMop, panela, robô. Sem o Tiago na cena.
- 02Frase na telaUma crença por vídeo, dita de um jeito que provoca.
- 03LeituraRetenção nos primeiros segundos e comentários.
- 04DecisãoA crença que prende vira pauta do Chega Aí, Amizade!
21.7.2Primeiros testes
- Robô aspirador ou mop, com a brincadeira do robô para apresentar o mop.
- Panela de ferro fundido.
21.7.3Cuidados
- O gancho precisa provocar. Frase morna não serve de teste.
- Uma crença por vídeo, para a leitura do resultado ficar limpa.
21.8Novo na V2Empresa Brasileira
Em espera.
Os três vídeos de gestão já gravados falam com quem tem empresa, e não com quem compra FELIZZO. Ficam guardados até decidirmos se viram uma série pontual com esse nome.
21.9Mudou na V2O que saiu do sistema
As três editorias abaixo ficam registradas aqui, com o texto da versão anterior, para consulta.
Saiu na V2Cortes do episódio do YouTubeabsorvida pelo Chega Aí, Amizade!, que já nasce com cortesver texto
Função estratégica
Transformar o episódio longo em alcance, descoberta e distribuição.
Os cortes são a principal forma de levar o movimento Entra Aí, Amizade! para quem ainda não acompanha Tiago.
Essa editoria deve selecionar os momentos mais fortes, curiosos, engraçados, emocionais ou úteis de cada episódio e transformá-los em Reels curtos.
Papel no posicionamento
Os cortes devem mostrar Tiago como o fundador que conversa, escuta, observa e interpreta a casa brasileira.
Eles devem reforçar três percepções:
- Tiago sabe se conectar com pessoas.
- Toda casa tem uma história.
- A FELIZZO está aprendendo com a vida real.
O corte não precisa vender produto.
Ele precisa vender a vontade de acompanhar a jornada.
Formato fixo
Reels de 30 a 90 segundos
Estrutura recomendada:
1. Gancho humano ou curioso
- “Essa casa tem uma coisa que eu nunca tinha visto.”
- “Ela comprou esse produto há 12 anos e nunca mais ficou sem.”
- “O canto preferido dessa casa não é a sala.”
- “Essa história mostra por que casa boa não é casa cara.”
4. CTA leve
- “Você teria isso na sua casa?”
- “Qual objeto da sua casa tem história?”
- “O que mais te faz bem por aí?”
- “Quer ver o episódio completo?”
Tipos de cortes
- corte emocional;
- corte engraçado;
- corte de objeto curioso;
- corte de aprendizado;
- corte de compra arrependida;
- corte de compra indispensável;
- corte de rotina;
- corte de frase forte;
- corte de contraste entre casas;
- corte de reação espontânea de Tiago.
Exemplos de pautas
- O objeto mais importante da casa dela.
- A compra que parecia simples e virou indispensável.
- O erro de compra que todo mundo já cometeu.
- O canto da casa que explica a história da família.
- O produto que ela comprou barato e se arrependeu.
- A solução improvisada que funcionou melhor que produto caro.
- O item de cozinha que atravessou gerações.
- A parte da casa que mais dá trabalho.
- O hábito de casa que só existe naquela família.
- A frase da visita que resume o que é casa boa.
Cuidados
- Não cortar apenas momentos bonitos.
- Não deixar os cortes longos demais.
- Não transformar tudo em lição moral.
- Não forçar presença da FELIZZO.
- Não publicar cortes sem gancho claro.
- Não deixar o episódio morrer no YouTube sem distribuição no Instagram.
Frequência recomendada
3 a 6 Reels por episódio.
Idealmente, os cortes devem ser distribuídos ao longo da semana para manter o episódio vivo e alimentar o Instagram com conteúdo proprietário.
Exemplo
[https\://www.instagram.com/p/DaOIr7jROKP/](https://www.instagram.com/p/DaOIr7jROKP/)
Saiu na V2Produtos e novidades da FELIZZOtodos os produtos já foram ao ar; o que performou volta 1 a 2 meses depoisver texto
Função estratégica
Vender de forma clara, direta e organizada.
Essa editoria existe para apresentar os produtos da FELIZZO, lançamentos, reposições, diferenciais, kits, ofertas e usos reais.
Diferente das outras editorias, aqui a venda pode ser mais explícita.
Mas a venda deve respeitar o posicionamento: produto para casa, bem-estar, qualidade, confiança e escolha inteligente.
Papel no posicionamento
A marca pessoal de Tiago não deve viver de merchandising.
Mas também não pode ter medo de vender.
Essa editoria cumpre o papel comercial do perfil.
Ela mostra que Tiago é o fundador da FELIZZO, que conhece seus produtos e que sabe explicar por que eles merecem entrar na casa das pessoas.
O objetivo é vender sem reduzir Tiago a vendedor de TV.
A diferença está no enquadramento:
Não é apenas “compre isso”.
É:
“Esse produto existe porque resolve uma necessidade real dentro de casa.”
Formatos fixos
Reels de apresentação de produto
Estrutura recomendada:
1. Gancho de problema
- “Você já comprou uma panela bonita que não entregou nada?”
- “Tem produto de casa que parece simples, mas muda a rotina.”
- “Esse é o tipo de item que você só entende depois que usa.”
3. Diferenciais
Explicar de forma simples:
- material;
- durabilidade;
- praticidade;
- certificação;
- design;
- uso;
- limpeza;
- segurança;
- custo-benefício;
- comparação com alternativa comum.
Tipos de conteúdo comercial
- produto novo;
- reposição de produto;
- kit promocional;
- produto campeão de vendas;
- produto com avaliação positiva;
- produto comparado com alternativa genérica;
- produto sendo usado em casa real;
- produto recomendado para uma dor específica;
- produto presenteado em uma visita;
- produto apresentado em bastidor;
- produto explicado pelo próprio Tiago.
Exemplos de pautas
- Por que essa panela virou um dos produtos mais importantes da FELIZZO.
- O que muda quando uma panela segura melhor o calor.
- Por que esse mop facilita a limpeza da casa.
- O produto que parece simples, mas resolve um problema diário.
- Acabou e voltou: por que esse item vendeu tão rápido.
- O que olhar antes de comprar uma panela de ferro fundido.
- O que faz esse produto ser diferente dos genéricos.
- Por que a gente não escolheu a versão mais barata.
- Esse produto é para quem quer praticidade sem abrir mão de qualidade.
- Três formas de usar esse item na sua casa.
- O produto que eu colocaria na minha casa sem pensar duas vezes.
- O que os clientes mais comentam depois que compram.
- A diferença entre comprar preço e comprar confiança.
- O item da FELIZZO que mais combina com casa de família.
- Produto novo na FELIZZO: por que ele entrou no portfólio.
Cuidados
- Não transformar o perfil inteiro em vitrine.
- Não exagerar em oferta.
- Não parecer Shoptime.
- Não depender apenas de descrição técnica.
- Não prometer o que o produto não entrega.
- Não atacar concorrente nominalmente.
- Não vender todo dia do mesmo jeito.
- Sempre conectar produto com casa, uso real, qualidade ou bem-estar.
Fechamentos possíveis
- “Esse é o tipo de produto que faz sentido na casa real.”
- “Não é só bonito. É para usar.”
- “Produto bom precisa resolver, durar e dar gosto de usar.”
- “Se faz bem na sua rotina, faz sentido para a FELIZZO.”
- “Disponível no site da FELIZZO.”
- “O que te faz bem, a gente tem.”
Frequência recomendada
1 a 3 conteúdos por semana.
Essa editoria deve ser constante, mas não dominante. Ela deve aparecer como parte natural do sistema, não como o centro absoluto do perfil.
Frequência recomendada
[https\://www.instagram.com/p/DZhzlf2xmUD/](https://www.instagram.com/p/DZhzlf2xmUD/)
[https\://www.instagram.com/p/DZs62wFuDiZ/](https://www.instagram.com/p/DZs62wFuDiZ/)
Saiu na V2Tiago reage: casas pelo mundorisco de outro seller copiar o produto e de o objeto não casar com o brasileirover texto
Função estratégica
Gerar alcance, curiosidade e participação da audiência.
Essa editoria usa vídeos de objetos, hábitos, soluções e curiosidades domésticas de outros países para provocar conversa com o público brasileiro.
O objetivo é transformar Tiago em um intérprete curioso da casa pelo mundo, sempre trazendo a pergunta:
Isso faria sentido na casa brasileira?
Papel no posicionamento
Essa editoria conecta a visão internacional, o repertório de produto e a escuta da audiência.
Tiago pode reagir a soluções chinesas, japonesas, americanas, europeias ou de qualquer outro mercado, sempre observando:
- o que é curioso;
- o que é útil;
- o que é exagero;
- o que poderia funcionar no Brasil;
- o que não combina com a rotina brasileira;
- o que revela uma tendência;
- o que poderia inspirar um produto.
Essa editoria ajuda a alimentar o Radar da Casa Brasileira.
A audiência participa dizendo se teria, compraria, usaria ou adaptaria aquilo.
Formato fixo
Reels de reação
Estrutura recomendada:
3. Tradução para o Brasil
Ele responde:
- isso faz sentido aqui?
- isso resolveria qual problema?
- isso seria caro demais?
- isso é útil ou só bonito?
- isso combina com a casa brasileira?
4. Pergunta para audiência
- “Você teria isso na sua casa?”
- “Isso funcionaria no Brasil?”
- “Quanto você pagaria por isso?”
- “Isso é genial ou tralha?”
- “A FELIZZO deveria olhar para algo assim?”
Tipos de vídeos para reagir
- utensílios domésticos curiosos;
- soluções de cozinha;
- organização de casas pequenas;
- produtos chineses;
- itens japoneses de praticidade;
- objetos de limpeza;
- tecnologias domésticas;
- móveis multifuncionais;
- eletros diferentes;
- rotinas domésticas de outros países;
- casas inteligentes;
- produtos virais no TikTok;
- tendências de marketplace global.
Exemplos de pautas
- Chinesa usa um objeto estranho para limpar a cozinha. Funcionaria no Brasil?
- Esse utensílio japonês parece exagero, mas talvez resolva um problema real.
- A casa pequena na China tem uma solução que apartamento brasileiro poderia copiar.
- Esse produto viral parece genial. Mas será que alguém usaria aqui?
- Isso é tendência ou só tralha bem filmada?
- O objeto que eu nunca tinha visto, mas agora quero entender.
- Você teria uma cozinha assim?
- Esse produto resolveria um problema da casa brasileira?
- Lá fora isso é comum. Aqui no Brasil seria estranho?
- Quanto você pagaria por essa solução?
- Isso entraria ou não entraria na sua casa?
- O que essa casa de outro país ensina sobre praticidade?
- Essa ideia é boa, mas será que aguentaria o uso do brasileiro?
- Produto bonito no vídeo, mas será que entrega na rotina?
Cuidados
- Não usar vídeos sem avaliar direitos de uso.
- Não ridicularizar culturas diferentes.
- Não transformar tudo em piada.
- Não prometer que a FELIZZO vai lançar algo parecido.
- Não revelar estratégia de produto antes da hora.
- Não reagir a qualquer coisa só por ser viral.
- Sempre conectar com casa brasileira, utilidade, rotina ou bem-estar.
Fechamentos possíveis
- “Isso entraria na sua casa?”
- “Funcionaria no Brasil ou é viagem?”
- “Genial ou tralha?”
- “Você compraria?”
- “Quanto você pagaria por isso?”
- “A casa brasileira precisa de algo assim?”
- “O que te faz bem por aí?”
Frequência recomendada
2 a 3 Reels por semana.
Essa editoria pode ser uma das principais fontes de alcance, porque combina curiosidade, reação, produto e participação da audiência.
Exemplo
[https\://www.instagram.com/p/DaMA\\_sBpJbm/](https://www.instagram.com/p/DaMA\_sBpJbm/)
21.10Mudou na V2Como as editorias se complementam
- Chega AíO vídeo de frente para a câmera puxa a conversa toda semana.
- ConversaA pergunta “e na tua casa?” abre os comentários.
- RadarComentários e testes de gancho mostram o que prende e o que a casa pede.
- PautaO que aparece vira Casa Brasileira, esse ou aquele e decisão de produto.
- BastidorA FELIZZO mostra o que fez com a escuta e ganha confiança.
- VendaQuem confia compra. O produto que performa volta 1 a 2 meses depois.
O motor gera conversa, a conversa gera sinal e o sinal vira pauta, produto e confiança.
Juntas, as editorias constroem uma marca pessoal simples e coerente:
Tiago Amizade chama o amigo para conversar, escuta o que a casa brasileira conta, mostra o corre da FELIZZO e ajuda o brasileiro a descobrir o que realmente faz bem dentro de casa.
21.11Mudou na V2Ritmo semanal sugerido
Faixas em peças por semana, na mesma escala de 1 a 6. Onde a V2 ainda não tem número, o texto diz o combinado.
YouTube
1 a 2 vídeos por semana
- Chega Aí, Amizade! na horizontal;
- Entra Aí, Amizade! quando surgir.
Reels
- cortes do Chega Aí, Amizade!;
- 2 a 4 bastidores da FELIZZO;
- B-roll do banco, com frase na tela;
- testes de gancho;
- produto que performou, de volta 1 a 2 meses depois.
Carrosséis
- 1 a 2 carrosséis da Casa Brasileira por semana, incluindo o esse ou aquele.
Stories
- bastidores diários
- jargões e rituais do Tiago
- enquetes
- perguntas para audiência
- reposts de clientes
- comentários da audiência
21.12Mudou na V2Prioridade inicial
Prioridade 1 · Chega Aí, Amizade!
É o motor. Sem ele, o perfil volta a depender da agenda dos outros.
Prioridade 2 · Casa Brasileira
É o território que diferencia o Tiago e gera identificação e compartilhamento.
Prioridade 3 · Bastidores da FELIZZO
É o que conecta a conversa com a construção da marca.
Prioridade 4 · Testes de gancho
É o laboratório que diz qual crença prende antes de investirmos em vídeos maiores.
Prioridade 5 · Entra Aí, Amizade!
É o especial. Entra quando surgir uma casa com história e um anfitrião à vontade com a câmera.
21.13Mudou na V2Métricas de validação
- Chega Aí, Amizade!
- cortes em Reels
- esse ou aquele
- testes de gancho
- Entra Aí, Amizade!
- Casa Brasileira em carrossel
- Bastidores da FELIZZO
- jargões e rituais nos stories
- produto que performou, de volta
- link da bio
O perfil é de topo de funil: furar a bolha e fazer o Tiago ser lembrado. A venda vem por confiança, sem cota de produto.
Chega Aí, Amizade!Novo na V2
- retenção no YouTube;
- comentários sobre a história;
- respostas à pergunta “e na tua casa?”;
- compartilhamentos dos cortes;
- temas que mais geram conversa.
Bastidores da FELIZZO
- respostas em DM;
- comentários de confiança;
- perguntas sobre produto;
- percepção de transparência;
- interesse em acompanhar a construção.
Casa Brasileira
- compartilhamentos
- comentários regionais
- identificação
- marcações de amigos
- sugestões de novos temas
Entra Aí, Amizade!
- retenção no YouTube;
- comentários sobre a história;
- pedidos para visitar outras casas;
- cortes com maior retenção;
- assuntos que mais geram conversa.
Testes de ganchoNovo na V2
- retenção nos primeiros segundos;
- comentários;
- qual crença venceu.
21.14Novo na V2Linha vermelha
21.15Mudou na V2Síntese final das editorias
O sistema editorial de Tiago Almeida deve funcionar como uma máquina integrada.
O Chega Aí, Amizade! garante presença toda semana. A Casa Brasileira cria repertório. Os Bastidores constroem confiança. O Entra Aí, Amizade! aprofunda quando surge a casa certa. Os testes de gancho calibram tudo.
A audiência acompanha o Tiago, opina sobre a casa, entende o corre da FELIZZO e passa a participar da construção da marca.
O resultado desejado continua simples:
transformar o perfil de Tiago em um radar vivo da casa brasileira.
Não apenas para vender mais produtos.
Mas para construir uma marca mais forte, mais próxima e mais conectada com a vida real das pessoas.
Formato audiovisual
A linguagem audiovisual deve ser dinâmica, próxima e documental.
- Abertura
“Chega aí, Amizade, deixa eu te contar uma parada.”
- O causo
Um hábito, uma escolha de casa ou um aprendizado da FELIZZO.
- A virada
O critério ou a frase que fica.
- A pergunta
“E na tua casa?”
- Fecho
A assinatura de encerramento.
Estrutura proposta para as primeiras gravações. A ordem ajuda; o tom de conversa vale mais que a ordem.
Não precisa parecer televisão.
Não precisa parecer publicidade.
Não precisa parecer produção cinematográfica.
O formato ideal é:
- câmera em movimento
- conversa real
- microfone simples
- cortes rápidos
- b-rolls da casa
- detalhes de objetos
- entrada na casa
- café, cozinha, sala, rotina
- momentos espontâneos
- Tiago reagindo e perguntando
- edição leve, viva e humana
A estética deve parecer:
vlog documental bem editado.
Mais importante do que perfeição visual é autenticidade, história e curiosidade.
Cuidados estratégicos
Este posicionamento não deve ser confundido com assistencialismo.
O objetivo não é reformar casas.
Não é doar produtos.
Não é transformar o quadro em caridade.
Não é expor vulnerabilidade de forma apelativa.
Não é fazer tour de decoração.
Não é review de produto.
Não é publicidade disfarçada.
Não é Ciro Bottini.
Não é vender produto a qualquer custo.
A proposta é documentar, escutar e entender a casa brasileira.
A casa é o cenário.
A pessoa é a história.
O produto é símbolo.
A FELIZZO é a marca que aprende com tudo isso.
De baixo para cima. O produto nunca é a base da história; a FELIZZO fica no topo porque aprende com todas as camadas.
O que evitar
Tiago deve evitar:
- excesso de merchandising;
- demonstração técnica demais;
- fazer palestra para a câmera (falar com a câmera virou o motor, desde que seja conversa com o amigo);
- parecer vendedor de TV;
- transformar todo conteúdo em oferta;
- falar apenas de produto;
- copiar linguagem de influenciador;
- parecer CEO engomado;
- ostentação sem contexto;
- conteúdo perfeito demais e pouco espontâneo;
- expor movimentos competitivos sensíveis;
- depender apenas de tendências de produto;
- limitar a FELIZZO ao universo de cozinha;
- roteiro de IA no Chega Aí, Amizade!;
- conteúdo de gestão que fala com empresário;
- cruzar a linha vermelha: fornecedor, custo, margem, caixa, estoque e negociação.
O que reforçar
Tiago deve reforçar:
- proximidade;
- escuta;
- curiosidade;
- humor;
- espontaneidade;
- repertório;
- capacidade de conversar com qualquer pessoa;
- história de fundador;
- construção real da FELIZZO;
- visão de casa;
- busca por qualidade;
- relação com pessoas;
- bastidores;
- critérios de escolha;
- vida real;
- bem-estar dentro de casa.
Execução
Como começar: as primeiras ações, as primeiras casas e o roteiro das visitas.
Primeira fase de execução
A primeira fase deve provar o formato.
ObjetivoMudou na V2
Validar se o público se conecta com o Tiago Amizade chamando o amigo para conversar sobre a casa brasileira, e descobrir qual crença prende atenção.
Primeiras açõesMudou na V2
- Gravar 1 a 2 Chega Aí, Amizade! por semana, na horizontal e sem roteiro de IA.
- Cortar cada gravação em Reels.
- Mapear de 10 a 15 objetos ou hábitos da casa brasileira pelos ângulos nostalgia, região e hoje.
- Gravar os primeiros esse ou aquele.
- Rodar os testes de gancho: robô aspirador ou mop e panela de ferro fundido.
- Montar o banco de B-roll do Tiago trabalhando.
- Levar os jargões e rituais do Tiago para os stories.
- Fechar com o Tiago a linha vermelha do conteúdo.
- Gravar o Entra Aí, Amizade! quando surgir a oportunidade.
- Medir comentários, retenção, compartilhamentos e temas mais comentados, e guardar os insights num banco de casa, rotina e produto.
- Lucasestratégia e pauta
- daily · 11h30
- Gusttavosocial media, roteiro e edição
- alinha a semana
- Tiagograva o Chega Aí e os stories
O formato principal cabe na agenda apertada do segundo semestre: importação e viagem à China.
Versão anteriorObjetivo e primeiras ações da versão anteriorver texto
- Selecionar as primeiras 10 casas.
- Priorizar pessoas com histórias, rotinas ou casas interessantes.
- Variar perfis: família, casal, chef, dona de casa, apartamento pequeno, casa grande, cliente, parceiro, amigo, especialista.
- Criar um roteiro-base de perguntas.
- Gravar em formato simples, documental e leve.
- Extrair cortes para Reels, TikTok e Shorts.
- Usar Stories para perguntar à audiência quem deveria receber o Tiago.
- Medir comentários, retenção, compartilhamentos e temas mais comentados.
- Criar um banco de insights sobre casa, rotina e produto.
- Usar esses insights para orientar conteúdos e possíveis decisões da FELIZZO.
Critério para escolher as primeiras casas
As primeiras casas precisam ajudar o público a entender o conceito.
Não precisam ser casas perfeitas.
Precisam ter história, rotina, contraste ou curiosidade.
Critérios importantes:
- pessoa com boa comunicação;
- casa com algum ponto interessante;
- história real;
- conexão com rotina doméstica;
- abertura para receber Tiago;
- potencial de conversa;
- possibilidade de gerar cortes;
- algum objeto, cômodo ou hábito que ajude a contar a história;
- perfil alinhado ao público da FELIZZO.
A curadoria das primeiras casas é essencial.
Elas vão definir o tom do quadro.
Estrutura-base das visitas
Cada visita deve responder a cinco perguntas invisíveis.
A visita sobe cedo, no centro emocional, desce na tensão do que falta e fecha alto, no que a casa ensina.
1Quem mora aqui?
Apresentar a pessoa, a família, o contexto ou a história.
2O que faz bem nesta casa?
Encontrar o centro emocional do episódio.
3O que funciona bem na rotina?
Identificar hábitos, objetos, soluções e escolhas.
4O que ainda falta ou incomoda?
Captar dores, desejos, frustrações e oportunidades.
5O que essa casa ensina?
Fechar com um insight simples, humano e memorável.
Exemplos de perguntas para as visitas
- Qual é o lugar da casa que você mais gosta?
- O que mais te faz bem aqui dentro?
- Qual objeto dessa casa tem mais história?
- O que você comprou e nunca mais ficou sem?
- Qual compra parecia boa e deu arrependimento?
- O que você gostaria de melhorar aqui?
- Qual produto facilita sua rotina?
- Qual produto você acha que toda casa deveria ter?
- O que você aprendeu cuidando da sua casa?
- O que mais muda quando uma casa funciona bem?
- Onde o barato já saiu caro para você?
- Onde vale a pena pagar um pouco mais?
- O que sua casa diz sobre você?
Como a FELIZZO aparece
A FELIZZO deve aparecer como contexto, não como interrupção.
Ela aparece porque Tiago é fundador da marca.
Porque a marca está investigando a casa brasileira.
Porque os produtos fazem parte da rotina.
Porque a empresa quer aprender com as pessoas.
A marca pode aparecer em:
- camiseta
- fala de contexto
- bastidor
- presente quando fizer sentido
- produto usado naturalmente
- comentário espontâneo
- insight de produto
- reflexão sobre qualidade
- pergunta para a audiência
- fechamento do episódio
A FELIZZO não precisa ser empurrada.
Ela precisa estar presente.
Destino
Até onde essa marca pode chegar e o manifesto que resume tudo.
Potencial de longo prazo
Este posicionamento pode crescer para além das redes sociais.
No longo prazo, Tiago pode se tornar uma autoridade sobre a casa brasileira.
Isso pode gerar:
- palestras;
- eventos;
- livro;
- série documental;
- parcerias com especialistas;
- collabs com marcas;
- pesquisas proprietárias;
- relatório anual sobre a casa brasileira;
- comunidades de consumidores;
- lançamentos cocriados;
- novos produtos guiados por escuta real.
Cada anel só se sustenta se o de dentro estiver forte. Começa nas redes; termina em produto cocriado com a audiência.
A marca pessoal deixa de ser apenas canal de mídia.
Ela se torna ativo estratégico da FELIZZO.
Manifesto
Toda casa conta uma história.
Tem casa grande.
Casa pequena.
Casa cheia.
Casa silenciosa.
Casa simples.
Casa sofisticada.
Casa de família.
Casa de quem mora sozinho.
Casa de quem cozinha todo dia.
Casa de quem pede comida, mas ama café bem passado.
Casa de quem tem criança correndo.
Casa de quem tem cachorro no sofá.
Casa de quem trabalha na mesa da cozinha.
Casa de quem guarda memórias em cada objeto.
Toda casa tem um jeito de funcionar.
E toda pessoa sabe, mesmo sem perceber, o que faz bem dentro dela.
A FELIZZO nasceu para entender esse universo.
Não para vender qualquer produto.
Não para copiar qualquer tendência.
Não para empurrar o que está barato lá fora.
Mas para descobrir o que realmente merece entrar na rotina da casa brasileira.
Por isso, Tiago Almeida vai de casa em casa.
Para ouvir histórias.
Entender rotinas.
Conhecer pessoas.
Ver o que funciona.
Descobrir o que falta.
Aprender o que faz bem.
Porque produto bom para casa não nasce só na fábrica.
Nasce da vida real.
Síntese final
A grande oportunidade da marca pessoal de Tiago Almeida é unir carisma, escuta, repertório de produto e construção pública da FELIZZO em um formato vivo, humano e proprietário.
O perfil não deve ser apenas sobre produtos.
Também não deve ser apenas sobre empreendedorismo.
Deve ser sobre casas, pessoas e escolhas.
Tiago Amizade deve entrar nas casas reais para entender o que faz bem, o que falta, o que funciona e o que merece existir.
A partir disso, a FELIZZO deixa de ser apenas uma marca que vende produtos para casa.
Ela passa a ser uma marca que aprende com a casa brasileira para criar produtos melhores para ela.
Essa é a tese:
- Toda casa conta uma história.
- E a FELIZZO quer escutar essas histórias para descobrir o que merece entrar na casa do brasileiro.