Sistema Editorial
Cinco editorias, duas etapas de funil e uma tese. Cada conteúdo existe para construir uma parte da percepção que o mercado de instalação de gás deve ter de Fábio.
No mercado de instalação de gás, competência técnica é a base. Crescimento exige saber construir valor em torno dela.
Duas grandes etapas: quem chega e quem fica.
O sistema editorial de Fábio Martins foi dividido em duas grandes etapas do funil de conteúdo.
Top of Funnel · Topo de Funil
São conteúdos feitos principalmente para atrair novas pessoas, gerar identificação, compartilhamento e descoberta da marca.
A audiência ainda não precisa conhecer profundamente Fábio, sua tese ou o conceito de Construção de Valor.
Isso fala comigo.e depois
Esse cara conhece o meu mundo.
As editorias de TOFU são: 1. Quem Vive Disso Sabe e 2. Tem Coisa que Não se Aprende no Curso.
Middle of Funnel · Meio de Funil
São conteúdos para quem já começou a prestar atenção e precisa entender como Fábio pensa, por que sua visão é diferente e por que vale continuar acompanhando sua marca.
- educação
- aprofundamento da tese
- autoridade
- demonstração de repertório
- experiência prática
- prova de pertencimento ao mercado
Ele está me fazendo enxergar meu negócio de outro jeito.e, progressivamente
Quero saber como o Fábio pensa sobre isso.
As editorias de MOFU são: 3. Valor Além da Técnica, 4. Fábio, o que você faria? e 5. No Chão da Loja.
Cada editoria constrói uma parte da percepção.
A tese central da marca é:
No mercado de instalação de gás, competência técnica é a base. Crescimento exige saber construir valor em torno dela.
Cada editoria existe para construir uma parte dessa percepção.
| Editoria | Função principal | Funil |
|---|---|---|
| Quem Vive Disso Sabe | Entretenimento, identificação e compartilhamento | TOFU |
| Tem Coisa que Não se Aprende no Curso | Dilemas profissionais além da técnica | TOFU |
| Valor Além da Técnica | Educação da tese de Construção de Valor | MOFU |
| Fábio, o que você faria? | Aplicação da experiência empresarial de Fábio | MOFU |
| No Chão da Loja | Autoridade de campo, escuta e prova de pertencimento | MOFU |
- Degrau 1Eu me identifico
- Degrau 2Ele conhece o meu mundo
- Degrau 3Ele está me fazendo enxergar algo diferente
- Degrau 4Ele realmente vive e conhece esse mercado
- Degrau 5Quero saber como ele pensa
Quem Vive Disso Sabe
Gerar alcance, entretenimento, identificação e compartilhamento através de situações, memes, tendências e comportamentos que façam sentido para quem vive o mercado de instalação de gás.
Essa é a editoria mais leve do sistema. Ela não precisa ensinar. Ela precisa fazer o instalador olhar e pensar:
“Quem vive disso sabe.”
Antes de Fábio tentar educar o mercado, precisamos construir pertencimento. O objetivo é fazer o profissional perceber:
“Esse perfil conhece a nossa rotina, os nossos problemas, as nossas piadas e as situações que só quem trabalha com isso entende.”
A editoria ajuda a posicionar Fábio como alguém de dentro do mercado, sem precisar transformar cada conteúdo em argumento de autoridade.
A referência principal é a linguagem nativa da internet:
- memes
- trends
- formatos virais
- áudios em alta
- cenas reconhecíveis
- frases curtas
- textos sobre imagens
- POVs
- comparações
- situações absurdamente familiares para o instalador
O conteúdo deve parecer algo que o profissional enviaria imediatamente para outro instalador.
Na maior parte dos casos, Fábio não precisa gravar um talking head. A produção pode usar:
- fotos de Fábio
- B-rolls já captados
- cenas de fábrica, loja, evento ou rotina
- imagens de arquivo próprias
- prints ou elementos gráficos
- formatos de meme que estejam circulando no momento
- áudios e trends adaptados ao contexto do mercado
Fábio pode aparecer como personagem visual do meme sem necessariamente falar.
Essa editoria não deve operar a partir de um banco fixo de assuntos. A pauta nasce principalmente de duas fontes.
A social media deve observar: memes em circulação, trends, áudios, formatos de Reels, estruturas de piada, acontecimentos culturais e formatos que estejam gerando compartilhamento.
Depois fazer a pergunta: como isso pode ser traduzido para uma situação que um instalador reconhece imediatamente?
Situações reais ou recorrentes como: cliente pedindo desconto, orçamento ignorado, mensagens no WhatsApp, problemas de obra, fornecedores, ajudantes, vendedores, rotina de loja, situações que instaladores contam e piadas internas da categoria.
A regra é: trend primeiro, adaptação para a tribo depois.
Não tentar encaixar a tese de posicionamento em todo meme.
A lista abaixo é apenas ilustrativa. As melhores pautas devem acompanhar o repertório do momento.
- Quando o cliente diz que “é rapidinho”.
- Quando manda uma foto impossível e pergunta quanto custa.
- Quando pede desconto depois de aprovar tudo.
- Quando compra o material errado antes de chamar o instalador.
- Quando chama na sexta-feira no fim do dia.
- Situações que só quem trabalha em obra reconhece.
- Relação instalador × cliente.
- Relação instalador × ajudante.
- Relação lojista × vendedor.
- Diferenças entre o que o cliente imagina e o que acontece na prática.
A métrica mais importante dessa editoria não é profundidade. É:
- compartilhamento
- marcações
- envio por direct
- comentários de identificação
- alcance fora da base atual
“Isso é muito a nossa vida.”
- página de memes genéricos
- humor que poderia servir para qualquer profissão
- ataque a clientes
- exposição de pessoas
- humilhação de instaladores
- humor técnico baseado em erro perigoso
- conteúdo excessivamente institucional
O meme precisa continuar pertencendo ao universo do instalador de gás.
Tem Coisa que Não se Aprende no Curso
Mostrar que a vida profissional possui desafios importantes que não são resolvidos apenas pela formação técnica. A editoria trabalha na fronteira entre:
saber executar
e saber viver daquilo que executa.
É uma porta de entrada natural para o posicionamento de Fábio.
A tese da marca afirma que competência técnica é a base, mas não resolve sozinha todos os desafios de crescimento. Essa editoria planta essa ideia sem transformar o conteúdo em uma aula formal sobre Construção de Valor.
A audiência deve começar a pensar:
“Tem uma parte dessa profissão que ninguém me ensinou.”
- cliente
- dinheiro
- cobrança
- negociação
- equipe
- preço
- relacionamento
- reputação
- profissionalização
- crescimento
- decisões
- transição de profissional para empresário
Conteúdo de identificação com reflexão. Pode ser: talking head, narração sobre B-roll, cena, texto na tela, história curta ou observação baseada em uma situação real.
A estrutura “ninguém te ensina...” ou “tem coisa que não se aprende no curso...” pode funcionar como código recorrente da editoria.
“Ninguém te ensina a...”
Mostrar a situação que o profissional enfrenta.
Fábio apresenta sua leitura.
Uma conclusão curta, sem obrigação de entregar um tutorial completo.
- Ninguém te ensina como cobrar um amigo.
- Ninguém te ensina a dizer não para um cliente.
- Ninguém te ensina quando contratar o primeiro ajudante.
- Ninguém te ensina o que fazer quando o cliente diz que está caro.
- Ninguém te ensina quando parar de aceitar qualquer serviço.
- Ninguém te ensina como cobrar depois que o serviço terminou.
- Ninguém te ensina a primeira vez que precisa demitir alguém.
- Ninguém te ensina quando seu problema deixa de ser técnico e vira empresarial.
- Ninguém te ensina a diferença entre faturar e ganhar dinheiro.
- Ninguém te ensina quando é hora de aumentar preço.
- Ninguém te ensina a trabalhar com família.
- Ninguém te ensina como lidar com um cliente que você deveria recusar.
- Ninguém te ensina quando trabalhar mais deixou de ser a solução.
“Eu aprendi a executar. Mas existe uma outra parte da profissão que também preciso dominar.”
- curso de administração
- empreendedorismo genérico
- autoajuda empresarial
- conteúdo professoral
- lista de “10 dicas” desconectada da vida real
A força está no dilema reconhecível.
Valor Além da Técnica
Esta é a principal editoria de posicionamento e educação. Sua função é transformar o conceito de Construção de Valor em situações concretas, compreensíveis e aplicáveis.
Cada conteúdo deve mostrar que:
um profissional pode ser tecnicamente competente e, mesmo assim, perder valor porque o mercado não consegue perceber toda a qualidade que existe na entrega.
Essa editoria ensina repetidamente a principal tese da marca:
Competência técnica é a base. Crescimento exige saber construir valor em torno dela.
O objetivo é fazer a audiência perceber que o valor de um serviço também é construído através de:
- atendimento
- apresentação
- clareza
- confiança
- comunicação
- organização
- orçamento
- negociação
- reputação
- experiência
- 01CompetênciaFazer corretamente.
- 02PercepçãoFazer o mercado perceber a diferença.
- 03ConfiançaDar segurança suficiente para ser escolhido.
- 04ReputaçãoFazer um bom trabalho ajudar a conquistar os próximos.
- 05ResultadoTransformar tudo isso em um negócio mais sustentável.
Situação concreta + leitura de Fábio + aplicação.
Frameworks, comparações, princípios, checklists e modelos mentais simples.
Começar em uma situação que o público reconhece.
Mostrar por que competência técnica sozinha não resolve aquele problema.
Apresentar o elemento que está sendo perdido.
Mostrar o que o profissional deveria observar ou fazer diferente.
- Seu orçamento pode fazer um ótimo instalador parecer caro.
- O cliente não consegue avaliar sua técnica antes de contratar. Então o que ele avalia?
- Se a única diferença percebida é preço, o cliente vai comparar preço.
- Responder WhatsApp também faz parte da qualidade percebida.
- Um orçamento não serve apenas para dizer quanto custa.
- O trabalho termina na instalação. O valor daquele trabalho não deveria terminar ali.
- Você pode ser excelente tecnicamente e parecer igual a todo mundo.
- Indicação não deveria ser acidente.
- O que o cliente realmente compra quando contrata um instalador?
- Por que alguns profissionais conseguem cobrar mais pelo mesmo tipo de serviço?
- O cliente não quer entender toda a técnica. Ele quer ter segurança de que você entende.
- Você está vendendo horas de trabalho ou uma solução?
- Seu cliente saberia explicar para outra pessoa por que você é diferente?
- Quem não constrói reputação precisa reconstruir confiança a cada nova venda.
- Ser pontual não é detalhe. É construção de valor.
- Antes de baixar preço, descubra o que o cliente não conseguiu perceber.
- Profissionalismo começa antes de abrir a caixa de ferramentas.
“Fábio está me mostrando onde o valor do meu negócio está sendo criado ou perdido.”
- cobrar caro
- marketing pessoal
- aparência
- persuasão
- ostentação
- truques de venda
Construção de Valor depende de: valor real + capacidade de fazê-lo ser percebido. A técnica continua sendo a base.
Fábio, o que você faria?
Transformar a experiência empresarial e comercial de Fábio em conteúdo prático. O ponto de partida é sempre um problema ou decisão real.
“Fábio, o que você faria?”
O principal ativo da editoria não é a resposta correta. É observar como Fábio raciocina.
A editoria materializa o papel público de Fábio como Catalisador. Ele não precisa aparecer como professor com uma fórmula. A audiência acompanha um empresário experiente analisando situações do mercado.
O valor está em perceber:
- quais perguntas ele faz
- o que considera primeiro
- onde enxerga risco
- como negocia
- como pensa cliente
- como pensa dinheiro
- como avalia crescimento
- como decide entre alternativas
- vendas
- desconto
- proposta
- negociação
- cliente
- recorrência
- equipe
- contratação
- demissão
- delegação
- processos
- margem
- crescimento
- caixa
- preço
- investimento
- expansão
- loja
- novos serviços
- sociedade
- fornecedor
- oportunidade
Uma pergunta é apresentada a Fábio:
“Fábio, o que você faria se...?”
Pode vir de: audiência, social media, clientes, instaladores encontrados em eventos, lojistas, equipe comercial ou situações reais anonimizadas. Fábio responde de maneira natural.
Evitar excesso de roteiro. O time pode preparar contexto, pergunta e informações essenciais.
Mas a resposta deve preservar o raciocínio espontâneo de Fábio. A editoria existe para mostrar:
a cabeça do empresário funcionando.
- Meu cliente pediu 20% de desconto. O que você faria?
- Perdi para um concorrente mais barato. Você ligaria de volta?
- Tenho serviço demais e não consigo atender. Contrato ou aumento preço?
- Vale abrir uma loja ou continuar apenas prestando serviço?
- Meu melhor instalador quer sair e trabalhar sozinho. O que você faria?
- Tenho movimento, mas não sobra dinheiro. Onde você olharia primeiro?
- Quando é hora de parar de fazer tudo sozinho?
- Você aceitaria material comprado pelo próprio cliente?
- Um cliente grande quer exclusividade. Você aceitaria?
- Melhor dez clientes grandes ou cem pequenos?
- Meu funcionário é ótimo tecnicamente e ruim com cliente. O que você faria?
- Vale baixar margem para conquistar um cliente importante?
- Um fornecedor vive atrasando. Você troca mesmo pagando mais?
- Quando é hora de contratar vendedor?
- Eu sei executar, mas odeio vender. O que você faria?
- Meu sócio e eu discordamos sobre crescer. Como você pensaria essa decisão?
- Até onde vale insistir em um cliente?
- O faturamento cresceu e a empresa piorou. Onde você olharia primeiro?
“Eu gostaria de saber como o Fábio pensaria o meu problema.”
Quando a própria audiência começa espontaneamente a fazer essa pergunta, a editoria está cumprindo seu papel.
- respostas jurídicas
- recomendações financeiras individuais
- opinião técnica fora da competência de Fábio
- certezas artificiais
- fórmulas universais
Quando necessário:
“Com as informações que eu tenho, eu começaria olhando para...”
O objetivo é mostrar raciocínio, não vender certeza.
No Chão da Loja
Fábio vai até onde o mercado realmente acontece e transforma conversas, observações, histórias e boas práticas da ponta em conteúdo.
Essa editoria reúne as duas ideias anteriormente separadas: Papo de Balcão e Do Chão da Loja. O princípio é simples:
Fábio não quer falar apenas sobre o mercado. Ele precisa ser visto dentro dele.
- autoridade de campo
- pertencimento
- repertório
- proximidade
- prova social
- relacionamento com a categoria
- escuta ativa do mercado
Essa editoria é importante porque impede que o posicionamento de Fábio seja construído apenas em estúdio, escritório ou opinião.
- instaladores
- lojistas
- donos de instaladoras
- vendedores
- fabricantes
- especialistas
- operações reais
As outras editorias dizem:
“Fábio entende o mercado.”
Esta precisa provar isso visualmente. A audiência deve vê-lo entrando em lojas, visitando operações, conversando com instaladores, fazendo perguntas, observando processos, conhecendo histórias, participando de eventos e ouvindo diferentes visões.
A percepção desejada é:
“Ele não está falando de um mercado que pesquisou. Ele está dentro dele.”
Conversas rápidas e informais com pessoas do setor. Não deve parecer entrevista corporativa ou podcast formal. É uma conversa de mercado.
- em pé numa loja
- durante um evento
- no café
- na fábrica
- em visita
- literalmente no balcão
- O que mais mudou no cliente nos últimos anos?
- Qual erro mais te fez aprender?
- Se começasse hoje, o que faria diferente?
- Qual serviço você não aceita mais?
- O que ninguém te ensinou quando você começou?
- Quando você percebeu que tinha virado empresário?
- O que mais aperta sua margem hoje?
- O que separa um bom instalador de um bom negócio?
- Qual foi a melhor decisão que você tomou nos últimos anos?
- Qual conselho daria para quem está começando?
- O instalador está mais valorizado hoje?
- O que mudou quando você contratou o primeiro funcionário?
Quem é e por que vale ouvi-la.
Uma questão simples e concreta.
A experiência da pessoa.
Pode complementar, discordar, fazer outra pergunta ou conectar com sua tese.
O objetivo não é Fábio monopolizar a conversa. Ele também precisa ser percebido como alguém que sabe ouvir o mercado.
Fábio encontra algo interessante dentro de uma operação e mostra. Não é um tour. Não é “Hoje estamos visitando a empresa X.”
A lógica é:
“Olha isso aqui.”
Existe sempre uma ideia a ser extraída.
- como um instalador organiza o veículo
- uma maneira diferente de apresentar orçamento
- organização de estoque
- atendimento de uma loja
- uma empresa que conseguiu formar equipe
- trajetória de um profissional
- solução simples para um problema recorrente
- prática de relacionamento com cliente
- organização comercial
- algo que representa Construção de Valor na prática
“Olha isso aqui.”
Mostrar a prática, decisão ou história.
Fábio explica o que chamou sua atenção.
Uma conclusão aplicável para quem está assistindo.
- Reels em locação
- mini-documentário
- conversa vertical curta
- cortes de conversas
- vlog com narração
- carrossel fotográfico com história
- Stories em tempo real
O conteúdo deve preservar a sensação de campo e espontaneidade. Produção excessivamente polida pode reduzir a força da editoria.
- O instalador que começou sozinho e hoje lidera uma equipe.
- Como essa loja faz o cliente voltar.
- Uma coisa simples nessa operação que aumenta muito a percepção de profissionalismo.
- O que esse empresário aprendeu depois de contratar o primeiro vendedor.
- Como esse instalador organiza o carro antes de sair para o primeiro serviço.
- O que mudou no negócio deste lojista nos últimos cinco anos.
- A decisão que fez essa empresa parar de competir apenas por preço.
- Perguntei para cinco instaladores o que mais mudou no cliente.
- O que um profissional com 20 anos de estrada faria diferente se começasse hoje.
- A solução mais simples que encontrei nesta visita.
- Uma prática que Fábio levaria para a própria empresa.
- O que esse lojista enxerga que muita indústria não percebe.
- Qual é hoje o maior problema de quem vive de instalação?
- O que os instaladores realmente esperam dos fornecedores?
Essa editoria não serve apenas para produzir conteúdo. Ela também transforma a marca pessoal em um radar do mercado.
- →novas pautas
- →decisões da JPFlex
- →discurso comercial
- →inovação
- →leitura estratégica
Ou seja: o conteúdo gera autoridade e, ao mesmo tempo, aproxima Fábio da inteligência real do mercado.
Por depender de deslocamento e produção de campo, não precisa ter a mesma frequência das editorias de estúdio. Priorizando qualidade das conversas e das histórias. Uma única visita pode gerar vários conteúdos.
“Fábio está onde o mercado acontece.”
E, em um segundo nível“Ele conhece gente, escuta a ponta e entende o que está mudando.”
- tour institucional
- propaganda de parceiro
- visita comercial filmada
- podcast improvisado
- conteúdo sem ideia central
- elogio automático a toda operação
- desfile de logos
- promoção constante da JPFlex
Toda visita precisa gerar uma conversa, uma descoberta ou um aprendizado.
Cinco reações, uma marca.
- TOFUQuem Vive Disso Sabe
Isso é muito a nossa vida.
Fábio entra pela cultura, pelo humor e pela identificação.
- TOFUTem Coisa que Não se Aprende no Curso
Existe mais nessa profissão do que a técnica.
Fábio revela dilemas que aparecem quando a profissão começa a virar negócio.
- MOFUValor Além da Técnica
Estou começando a enxergar onde meu valor é construído.
Fábio ensina sua tese principal.
- MOFUFábio, o que você faria?
Quero saber como ele pensaria o meu problema.
Fábio abre seu raciocínio empresarial.
- MOFUNo Chão da Loja
Ele realmente conhece e vive esse mercado.
Fábio prova pertencimento, escuta a ponta e mostra a realidade do setor.
Fábio entra na conversa pela identificação e pelo entretenimento, mostra os desafios que existem além da formação técnica, ensina onde o valor profissional é construído, abre sua cabeça para mostrar como pensa decisões empresariais e ancora toda essa autoridade estando presente no mercado real, ouvindo e mostrando quem vive dele todos os dias.